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Estratégia

Consultorias – Soluções Globaw®
estratégiaAs necessidades e objetivos que têm impulsionado a comunidade dos contabilistas para a formulação dos quatro critérios acima são diferentes daqueles que conduzir nossa análise.
 
De fato, em encontrar o equilíbrio certo entre relevância e fiabilidade os contabilistas tem que ficar do lado de confiabilidade; enquanto que os estudiosos de estratégia ficaria do lado do relevância.
 
 
Desde o nosso principal objetivo é apoiar a estratégia da empresa”, e não uma formulação mais abrangente do balanço, somos justificados para usar um conceito mais amplo de ativo intangível. No entanto, nós descobrimos que é muito útil para utilizar os critérios acima mencionados como construções conceituais para nossa análise.

A abordagem de Custo

Este método visa determinar o capital financeiro necessário para reproduzir o mesmo bem que se está avaliando e os benefícios futuros ou um bem similar quanto ao resultado financeiro ou seja a determinação do “quantum” para obter-se igual beneficio econômico.
Neste caso, cabe reiterar que não é necessário tratar-se do mesmo bem mas, sim do mesmo benefício.

As variáveis que interagindo num cálculo matemático resultam no valor de avaliação auferido pelo Método de Custo são:

  1. Custos Históricos.
  2. Custos de reposição (CR), obtidos a partir da aplicação da seguinte fórmula:

CR = CRN – D – FO

Onde:

D = Depreciação, esta depreciação é física e envolve bens móveis, imóveis, aparelhos, máquinas e utensílios.
FO Fator de Obsolência, diz respeito a produtos de caráter técnico e quanto ao fato de se configurarem ultrapassados ou não.
CRN Custo de Reposição de um Novo, é a simulação do montante necessário para produzir algo novo que propicie a substituição do produto anterior.

As vantagens deste método de avaliação são:

  • É um bom indicativo para a realidade de custos históricos, isto já é o suficiente para justificar este tipo de trabalho.
  • Muitas vezes é o único método possível, no caso de avaliação de bens patrimoniais envolvendo bens móveis.

 
As desvantagens são:

  • Custo não é a mesma coisa que valor, o valor é um fator atributivo e o custo é um fator exclusivamente contábil. A diferença entre os conceitos é mais facilmente compreendida quando se fala, por exemplo, de uma ideia.
  • Este tipo de avaliação pode não incorporar os benefícios futuros.
  • Este tipo de avaliação não considera os riscos e tendências futuros.
  • Neste tipo de avaliação há um a grande dificuldade de determinar os fatores de obsolescência, considerando como envolvidos na avaliação itens como economia e tecnologia, principalmente.

 
A abordagem de Renda

Este é o método de avaliação mais largamente utilizado, pois é considerado pela maioria dos profissionais como o mais objetivo.
Nesta abordagem as variáveis envolvidas são:

  • Fluxo de Caixa ou fator incremental de crescimento da lucratividade .
  • Fluxo de Caixa de Over Priecing, onde são consideradas as variáveis independentes que agregaram valor ao negócio. Ex. valor da marca como “grife”.
  • Fluxo de Caixa proveniente de Royalties, onde também são consideradas e contabilizadas as variáveis independentes tais como: Perspectivas de mercado, análise macroeconômica e política da situação de mercado, nível e tendências organizacionais internas, entre outras.

 
Este método é capaz inclusive de apontar e determinar o valor global da empresa, e não somente de seu capital intelectual, contudo este método ao ser o mais complexo é também o mais caro e demorado.

Avaliação de bens intangíveis apresenta algumas dificuldades na sua implementação como efetiva ferramenta de negócios, que passam pelos seguintes três principais aspectos:
  • A inexistência de uma cultura difundida no meio empresarial que seja capaz de interessar suficientemente o empresário não só para avaliação do seu patrimônio intangível, como de um real e planejado investimento em tecnologia e pesquisa. É a barreira da dificuldade de aceitação da possibilidade de avaliação de bens intangíveis, barreira perfeitamente compreensível quando se trata da divulgação de ideias inovadoras.
  • A inexistência de organismos regradores permanentes dos conceitos de avaliação que minimizem a discrepância de valores alcançados nas avaliações e que convirjam pelo menos em alguns denominadores ou conceitos comuns entre os diferentes tipos ou metodologias de avaliação existentes serem aplicadas. E não somente ficarem, tais avaliações, à mercê da regularização que ocorre nas bolsas de valores.
  • A dificuldade de atribuir a responsabilidade ou competência da avaliação dos bens intangíveis a este ou aquele profissional, quando em determinados métodos de avaliação nota-se claramente a necessidade de interação de pelo menos três áreas profissionais distintas.

 

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